Atualizado em 21.07.2010

Pessoas | Comunidades

Nosso modelo de relacionamento com as comunidades vizinhas está estruturado sobre três pilares:

Diálogo
realizado de forma estruturada com comunidades vizinhas que, de alguma forma, são afetadas pelas operações florestais da empresa. O principal objetivo é discutir e listar ações a serem tomadas em caso de impactos positivos ou negativos advindos dessas operações.
Agenda presencial
representante da empresa (profissional selecionado nos escritórios regionais) vivencia a realidade local através da aproximação e presença constante nas comunidades. A presença física facilita a acessibilidade da empresa nas comunidades e vice-versa.
Engajamento
relacionamento estruturado de maior profundidade que estabelece a empresa como parceira no desenvolvimento local. Consiste em discutir com as partes interessadas questões comuns entre estas e a corporação de forma transparente e participativa, inspirando a construção de uma relação confiável.

O modelo de engajamento foi desenvolvido a partir de uma abordagem sistemática que permite melhoria contínua, maior entendimento de quais são as questões críticas para as partes interessadas e uma melhor preparação da empresa para a discussão destas questões e sua consideração no processo decisório.

A partir dessas ações, a Fibria conhece as diferentes percepções sobre a gestão de seu negócio, busca traduzir estas visões em direcionamentos das estratégias de sustentabilidade.

Relacionamento com comunidades específicas

Desde o final da década de 1960, quando a Fibria (então Aracruz Celulose) iniciou suas atividades florestais, surgiram novas exigências e padrões mais rigorosos de responsabilidade socioambiental. Para acompanhar essa rápida evolução, a Fibria empreendeu significativos esforços e, em alguns aspectos, conquistou o reconhecimento internacional por suas práticas em sustentabilidade.

A Empresa se defronta com diversos e complexos desafios na área social. São desafios associados a questões que afetam toda a sociedade brasileira, e se manifestam de forma particularmente aguda no norte do Espírito Santo e no extremo sul da Bahia.

Embora a indústria de celulose tenha fomentado o desenvolvimento regional, esse processo não foi capaz, por si só, de eliminar os bolsões de pobreza criados dentro do modelo de ocupação da região. A Fibria reconhece essa dificuldade, e vem trabalhando com vários atores públicos e privados, das comunidades e do terceiro setor para a definição e efetivação de planos que dinamizem a economia da região e promovam maior inclusão social.

Ao mesmo tempo, a empresa vem empreendendo um esforço de engajamento com as comunidades, com dois objetivos principais: aumentar a oferta de empregos, por parte da empresa ou prestadores de serviços, e desenvolver ações voltadas ao empreendedorismo e à geração de renda nas comunidades, tendo em vista capacitá-las a assumir o protagonismo de seu próprio desenvolvimento.