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Atualizado em 09.03.2015

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9 de março de 2015 - Portocel chega aos 30 anos como referência mundial em operação portuária

O porto encerrou 2014 com movimentação histórica de 6 milhões de toneladas de celulose e chega aos 30 anos acumulando quase 85 milhões de toneladas de celulose movimentadas

O Terminal Especializado de Barra do Riacho – Portocel, resultado de uma parceria entre duas das maiores indústrias de celulose do mundo (Fibria, com 51% e Cenibra, com 49%), completa em março 30 anos sob controle da iniciativa privada e firma-se como referência mundial em operação portuária. Pelos armazéns e cais de Portocel passam cerca de 70% da celulose que o Brasil exporta anualmente. Em 30 anos, o porto movimentou quase 85 milhões de toneladas de celulose, o que equivale a mais de 5 vezes a produção anual de todas as empresas brasileiras de produção de celulose, que somou 16,4 milhões toneladas em 2014.

Celulose e madeira são os principais produtos movimentados pelo terminal, localizado em Aracruz (ES), que é um dos únicos do Brasil integrado a diferentes modais de transporte: rodoviário, ferroviário, tuboviário e cabotagem. Com equipamentos e instalações apropriados para a movimentação de celulose, o terminal tem capacidade para embarcar 72 mil toneladas/dia, contra 24 mil toneladas/dia que era a capacidade há 30 anos.

A operação 24 horas e o pessoal capacitado complementam os diferenciais que fazem com que Portocel seja reconhecido pela eficiência aliada ao baixo custo, o que o torna o porto mais eficiente em operações portuárias.

Em 2014, o porto alcançou uma marca histórica, encerrando o ano com movimentação de 6.009.464 toneladas de celulose. O terminal conta com três berços de atracação e recebe, em média, 286 navios por ano. Há 30 anos, quando contava com apenas um berço de atracação, Portocel recebia em média 64 navios por ano.

Diversificação – Portocel é especializado na movimentação de produtos florestais, mas nos últimos anos vem se dedicando também a outras cargas, aproveitando o potencial e a eficiência operacional do terminal. Entre essas cargas estão produtos siderúrgicos, sal, granito, sulfato de sódio, tubos e carga de projeto . “Estamos preparados para movimentar com a mesma eficiência outras cargas que sejam compatíveis com a celulose”, destaca Patrícia Dutra Lascosque, superintendente de Portocel. Ela acrescentou que a movimentação desses outros produtos cresceu mais de 100% nos últimos quatro anos.

Barcaças – Além dos berços para navios, Portocel também conta com o Terminal de Barcaças, inaugurado em 2003, e que marcou a retomada da navegação de cabotagem (entre portos de um mesmo país) no Brasil. Nele são desembarcadas madeira que a Fibria produz no sul da Bahia e celulose produzida na Veracel, em Eunápolis (BA). A madeira é embarcada no Terminal de Caravelas (BA) e a celulose, no porto de Belmonte (BA).

Em 2014, as barcaças transportaram aproximadamente 23% da madeira que abasteceu a fábrica da Fibria, em Aracruz (ES). Já a celulose da Veracel chega em barcaças, é transferida para os armazéns da Portocel e, em seguida, embarcada em navios com destino a diversos países. Além da Fibria e Cenibra, outras indústrias de celulose também utilizam Portocel para escoar sua produção.

Produtividade – Na busca contínua por maior eficiência, segurança e excelência operacional, Portocel implementou em 2014 o Projeto de Redimensionamento Operacional. Focado na movimentação de celulose, o projeto envolveu a readequação de equipamentos de movimentação de carga visando aumentar a produtividade. Para isso, o terminal realizou estudos e testes que permitiram mapear gargalos e identificar oportunidades de melhoria da infraestrutura de movimentação de celulose.

O resultado do trabalho apontou a oportunidade de readequação dos equipamentos de movimentação de carga vertical (empilhadeiras) e horizontal (cavalos mecânicos), o que resultou na troca de parte da frota de empilhadeiras de 7 toneladas de capacidade por empilhadeiras de 16 toneladas de capacidade. A frota de cavalos mecânicos também foi substituída por tratores florestais adaptados com engates rápidos e foram redimensionadas as equipes de atendimento para cada atividade.

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