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Atualizado em 15.08.2013

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04.02.13 - Programa ReDes apoia projetos e destina mais de R$ 4 milhões para Brasilândia e Três Lagoas

Colônia dos pescadores

Três Lagoas (MS) – Contribuir para o desenvolvimento sustentável de municípios brasileiros e para a geração de renda para população de baixa renda das cidades participantes. Essa é a premissa do Programa Redes, iniciativa firmada no final de 2010 entre Instituto Votorantim e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que atua em 25 municípios brasileiros, em regiões onde Unidades de Negócio da Votorantim estão presentes. Ao todo, são 45 projetos apoiados, nos quais serão investidos R$ 33 milhões. Os 25 municípios participantes, que estão agrupados em 10 territórios, foram escolhidos levando em conta indicadores socioeconômicos críticos e a presença da Votorantim na região. Três Lagoas e Brasilândia foram contemplados com o ReDes devido a presença da Fibria, que conduz e dá suporte aos projetos da região.

O programa tem prazo de realização previsto para cinco anos e visa contribuir para o crescimento econômico das comunidades a partir do fomento das potencialidades dos próprios municípios. “Desde o início, focamos no apoio a projetos de longo prazo que aproveitassem oportunidades de desenvolvimento econômico local para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Sabemos que a geração de trabalho e renda será potencializada com realização de boas parcerias e estamos trabalhando para que essas parcerias se perenizem e se multipliquem, impulsionando o desenvolvimento local”, explica Rafael Gioielli, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Instituto Votorantim.

Redes para o desenvolvimento

Ao longo dos cinco anos de execução, o programa desenvolveu e irá desenvolver uma série de etapas – do diagnóstico socioeconômico das localidades ao financiamento de projetos que visem a geração de trabalho e renda –, valorizando sempre o trabalho em rede, com a articulação do capital social e produtivo local.

A primeira fase do programa, que ocorreu em 2011, realizou o diagnóstico socioeconômico dos 25 municípios participantes. Com base neste levantamento, que identificou as potencialidades produtivas locais, foram definidas cinco linhas de ação para o programa: Abastecimento Alimentar, Comércio e Serviços, Economia Criativa, Reciclagem e Turismo. Estas linhas visam unificar estratégias e buscar resultados mais assertivos e alinhados ao objetivo do programa.

Colônia dos pescadores

Na segunda fase, com a definição das linhas de ação, as organizações locais começaram a elaborar seus projetos, contando com o apoio do programa neste processo. Ao todo, 100 projetos foram desenvolvidos e as propostas foram apresentadas e submetidas à avaliação de uma comissão técnica, que contou com a participação dos próprios conselhos comunitários, das Unidades de Negócio da Votorantim, além de especialistas externos. Após essa primeira etapa de seleção, os projetos foram encaminhados a um Conselho Deliberativo – formado pelo Instituto Votorantim e pelo BNDES – a quem coube a decisão final e divulgação dos projetos selecionados. Na análise foram levados em consideração os aspectos legais e formais, a capacidade gerencial da organização, a avaliação de mercado e processos, a clareza do projeto, aspectos orçamentários e a capacidade de fomentar o desenvolvimento regional.

“Entramos agora na terceira fase do ReDes, que consistirá no aporte dos recursos e no apoio técnico de consultorias especializadas em gestão de negócios para colocar em prática as atividades propostas pelos 45 projetos selecionados e viabilizar os resultados esperados. Queremos gerar trabalho e renda para todo o público beneficiado, cerca 4.100 pessoas, contribuindo assim para a conquista da autonomia nos negócios empreendidos”, complementa Gioielli.

Projetos
No Vale do Ivinhema, foram aprovados cinco projetos, sendo um em Brasilândia e quatro em Três Lagoas. Dos aprovados para o município, dois serão desenvolvidos no distrito de Arapuá.

Brasilândia

Projeto: “Mais Mel”
Organização executora: ABA - Associação Brasilandense de Apicultores
Linha de Ação: Abastecimento Alimentar
Investimento: R$ 624.215,00
Objetivo: Ampliar a produção de mel, a partir da compra de equipamentos e da capacitação dos apicultores para utilizar plenamente o entreposto de processamento de mel já existente no município. O mel produzido terá como destino os atacadistas de MS e SP e as compras públicas (programas de merenda escolar). Os beneficiados serão pequenos produtores rurais que, em sua maioria, possuem outras atividades, mas tem a apicultura como complemento de renda. Também será viabilizada a certificação orgânica do mel.

Três Lagoas

Projeto: “Produzindo Frutos e Arborizando a Região”
Organização executora: Associação dos Agricultores Familiares do Assentamento 20 de março
Linha de Ação: Comércio e Serviços
Investimento: R$ 318.087,00
Objetivo: Implantação de um viveiro de mudas, com mudas frutíferas e do bioma do cerrado, para desenvolver a agricultura familiar no assentamento 20 de março. As mudas produzidas serão comercializadas para empresas e propriedades da região, que precisam realizar compensação ambiental. Também haverá desenvolvimento de hortas com verduras, hortaliças e legumes e a venda de frutas. Serão beneficiados produtores rurais assentados, que não têm histórico nesse tipo de produção. As capacitações profissionais em técnicas agrícolas serão realizadas em parceria com a AGRAER e o Sindicato Rural.

Projeto: “Caminhos do Mel”
Organização executora: ATLA - Associação Três-lagoense de Apicultores
Linha de Ação: Abastecimento Alimentar
Investimento: R$ 659.375,00
Objetivo: Compra de equipamentos para beneficiamento do mel pela ATLA, que já possui terreno, certificação estadual, mas precisa de equipamentos para processar, envasar, armazenar e comercializar o mel. A rastreabilidade do mel e a certificação orgânica também serão considerados pelo projeto. Os beneficiados serão os apicultores associados à ATLA e agricultores familiares dos assentamentos de Três Lagoas. Os produtos serão vendidos por meio do comércio local e regional e também para programas públicos. As capacitações técnicas serão realizadas pelo Sindicato Rural em parceria com o SENAR e pela AEMS.

Colônia dos pescadores

Projeto: “Entreposto de Pescados Jupiá”
Organização executora: Colônia dos Pescadores Profissionais Z-03
Linha de Ação: Abastecimento Alimentar
Investimento: R$ 1.537.269,00
Objetivo: Adequar a infraestrutura, comprar máquinas e equipamentos e obter a Licença de Operação para o Entreposto de Pescados Jupiá. O processo prevê abate, evisceração, limpeza, filetagem ou corte em postas, embalagem e pesagem para a comercialização. Os produtos serão vendidos em supermercados, peixarias, hotéis, restaurantes e cozinhas industriais, além do comércio no entreposto e na Feira Três. As capacitações de mão de obra serão realizadas em parceria com a AEMS e com o Sindicato Rural.

Projeto: “Laticínios de Arapuá”
Organização executora: Centro Rural de Arapuá
Linha de Atuação: Abastecimento Alimentar
Investimento: R$ 995.374,00
Objetivo: Construção de um mini-laticínio com máquinas, equipamentos e licenças para beneficiamento de leite. O produto final será leite pasteurizado tipo B, a ser vendido para supermercados, padarias, sorveterias, hotéis, restaurantes, cozinhas industriais, escolas municipais e estaduais, entre outros. As capacitações serão realizadas em parceria com a AEMS e com o Sindicato Rural.

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