Atualizado em 23.07.2010

Ambiente | Unidades de Conservação

A Fibria mantém Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), áreas privadas de conservação perpétua para preservação de biodiversidade, paisagens locais e patrimônio histórico, cultural e arqueológico. As RPPNs também servem de base para pesquisas científicas e atividades educativas e ecoturísticas, por meio da observação da fauna e flora.

A empresa mantém 3 Reservas Permanentes do Patrimônio Natural, que juntas ocupam um total de 2.887 hectares de áreas com grande valor na formação de corredores ecológicos, proteção de espécies endêmicas (espécies que se desenvolvem em áreas restritas) e conservação da biodiversidade dos biomas brasileiros.

Recanto das Antas
A maior RPPN da Fibria, localizada em Linhares (ES), no bioma da Mata Atlântica, ocupa 2.212 hectares e abriga a anta, um dos maiores mamíferos da América.
Mutum Preto
Localizada em Linhares (ES), no bioma da Mata Atlântica, ocupa 379 hectares e abriga o pássaro mutum preto, espécie endêmica em risco de extinção.
Restinga de Aracruz
Localizada na cidade de Aracruz (ES), também no bioma da Mata Atlântica, ocupa 296 ha e trata-se de uma das únicas áreas conservadas de restingas no litoral do Espírito Santo.

A Fibria possui um programa de diagnóstico e monitoramento da biodiversidade de suas áreas, que torna possível o estudo de novas RPPNs. Estão em fase de reconhecimento mais três Reservas, que elevarão o total de área de RPPNs da empresa para 6.644 hectares.

Áreas aguardando reconhecimento

Torrinhas
Localizada em Pinheiro Machado (RS), no bioma do Pampa, ocupa uma área de 162 hectares e possui vegetação de campo sulino, ameaçada de extinção.
São Sebastião do Riacho Grande
Localizada em Pindamonhangaba (SP), no bioma da Mata Atlântica, ocupa 670 hectares e abriga o maior primata do Brasil, o muriqui. Trata-se de uma área de conexão entre a Serra da Mantiqueira e a Serra do Mar.
Esperança do Beija-Flor
Localizada em Teixeira de Freitas (BA), no bioma da Mata Atlântica, ocupa uma área de 2.925 hectares e abriga o beija-flor rabo-de-canela, espécie endêmica ameaçada de extinção.