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Atualizado em 17.07.2015

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17 de julho de 2015 - Fibria contribui para a restauração da Mata Atlântica na região do Vale do Paraíba e em Capão Bonito (SP)

Ação é parte do conjunto de compromissos de longo prazo que a empresa irá realizar até 2025

Jacareí, 16 de julho de 2015 – Com o intuito de promover a preservação do meio ambiente e o equilíbrio da biodiversidade, o programa de Restauração Florestal da Fibria é um dos principais projetos de recuperação de biomas em curso no Brasil. Iniciado em 2011, a meta é restaurar 30 mil hectares de Mata Atlântica e 10 mil hectares de Cerrado até 2025. No Vale do Paraíba e em Capão Bonito (SP), foi restaurado, nos últimos quatro anos, um total de 2.910 hectares. A previsão para 2015 é recuperar 554 hectares.

As áreas que estão passando por processo de restauração são, em sua maioria, extensões que eram ocupadas por pastagens e ficaram em desequilíbrio com o ecossistema. Para essas áreas é realizado um manejo de espécies nativas adequadas a cada região, condução da regeneração natural ou enriquecimento da vegetação. Além da preservação ambiental, a restauração auxilia na recuperação do habitat de diversas espécies de animais silvestres que não estão adaptados às pastagens, preferindo se instalar e viver em áreas cobertas por florestas.

“Como uma empresa de base florestal, a Fibria busca a sustentabilidade do negócio alinhada à qualidade de vida. A restauração visa recuperar a cobertura do solo, evitando, assim, o início de processos erosivos e de assoreamento de corpos d’água (como rios, nascentes e riachos). Consideramos de extrema importância manter o estado de preservação dessas áreas, bem como contribuir com a conservação ambiental em locais que não estão em seu melhor estado”, afirma a consultora de Gestão Ambiental da Fibria, Naiara Carvalho.

Etapas da restauração

A Fibria utiliza tecnologia de ponta para o mapeamento de suas áreas florestais. O levantamento é feito por imagens de satélite, uso de GPS e Vant (veículo aéreo não tripulado, também conhecido como drone). Com base nesse banco de imagens é identificado o real estado das áreas de conservação, dando condições de planejar a recuperação e priorizar as áreas de acordo com sua função ambiental, como a formação de corredores ecológicos, por exemplo.

Com as áreas já mapeadas, um diagnóstico aponta qual a melhor técnica de restauração a ser utilizada: isolamento dos fatores de degradação; controle de espécies arbóreas exóticas e arbóreas exóticas invasoras; plantio em área total ou enriquecimento da vegetação. Atualmente, o processo de restauração conta com mais de 100 espécies, todas nativas da flora brasileira e pertencentes ao bioma Mata Atlântica.

“O objetivo é contribuir para a melhoria do meio ambiente e não provocar mudanças. Por isso, cada detalhe foi analisado cuidadosamente, com o intuito de compor o ecossistema existente e não transformar a paisagem”, explica Naiara.

Monitoramentos

Além da Restauração Florestal, a Fibria realiza o programa de Monitoramento de Fauna e Flora em suas áreas desde 2001, com o levantamento da vegetação e da fauna nas áreas de conservação, bem como indicadores do estado ambiental de cada uma.delas.

É o caso, no Vale do Paraíba, do Muriqui – maior primata das Américas – encontrado na fazenda São Sebastião do Ribeirão Grande, em Pindamonhangaba, e da palmeira juçara (palmito), em São Luiz do Paraitinga e Natividade da Serra.

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