Contatos das Assessorias de Imprensa

Fleishman HillardNacional
Andrea Donadio
Tel.: (11) 3185 9934
Daniele Camba
Tel.: (11) 3185 9939
Célia Nogueira
Tel.: (11) 3185 9923
Pauta 6 ComunicaçãoES e BA
Rogéria Gomes
Tel.: (27) 3235 6996
Performa ComunicaçãoInterior de SP
Luciana Navarro
Tel.: (67) 3522 9838
(12) 99679 8423
Fernanda Turco
Tel.: (12) 98158 4205
Performa ComunicaçãoMS
Luciana Navarro
Tel.: (67) 9803 7092
Laila Rebecca
Tel.: (12) 99679 8331
(67) 3522 9838
Fernanda Turco
Tel.: (12) 98158 4205

Atualizado em 19.05.2015

MídiaReleases

19 de maio de 2015 - Aldeias indígenas de Aracruz produzem mel de abelhas nativas

Projeto desenvolvido por Fibria e Kambôas Socioambiental beneficia 41 famílias de 12 aldeias da região

Aracruz (ES) – A primeira safra de mel de abelhas nativas, finalizada em abril deste ano, foi produtiva nas comunidades indígenas de Aracruz (ES). Aproximadamente 78 kg de mel foram colhidos em 26 colônias das aldeias Pau-Brasil, Comboios, Três Palmeiras e Caieiras. O projeto faz parte do Plano de Sustentabilidade Tupinikim e Guarani no Espírito Santo (PSTG), desenvolvido pela Fibria em parceria com a Kambôas Socioambiental. A atividade de meliponicultura dentro das comunidades indígenas contribui para a reintrodução de algumas espécies que não eram mais encontradas na região, trabalhando a  polinização e possibilitando uma fonte de renda alternativa.

No total, 41 famílias distribuídas em 12 aldeias participam do projeto de meliponicultura (apicultura com abelhas nativas) desenvolvido pela Fibria. De acordo com Claudia Belchior, Consultora de Sustentabilidade da empresa, o resultado obtido pela colônia Pau-Brasil teve destaque, com a colheita de 4,95 kg de mel.

Para participar do projeto as famílias precisam fazer um curso preparatório, que é condição para que recebam as caixas de abelhas. Cada família recebe cinco caixas e todo o material necessário para o manejo, além de assistência técnica para a produção, segundo explica Tiago Barros dos Santos, assistente técnico em apicultura do PSTG e morador da Aldeia Pau-Brasil.

“Realizando o manejo correto, nossas experiências mostram que cada meliponário pode chegar ao final de um ano com mais de 30 caixas, a partir das cinco recebidas inicialmente”, destaca Tiago. Ao final desse período, os meliponicultores doam a outras famílias uma parte das caixas que multiplicaram. Essas famílias também vão receber treinamento, iniciando um novo ciclo.

Inicialmente, toda a produção será comercializada internamente para consumo das aldeias e parte da colheita será analisada pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), que é vinculado a Agência Paulista dos Agronegócios (APTA) e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, com o objetivo de obter certificação para o produto. Para o próximo ano, a expectativa é manter a média de produção para que a colheita ultrapasse uma tonelada de mel.

Sobre o PSTG: O Plano de Sustentabilidade Tupinikim e Guarani atua com base em três eixos: apropriação de conhecimentos para a gestão territorial e ambiental das terras indígenas, uso sustentável dos recursos naturais e o fundo de apoio a iniciativas comunitárias indígenas. Com foco nesses pilares, são desenvolvidas atividades de fortalecimento dos coletivos; recuperação de sementes crioulas para plantios nas roças e quintais; enriquecimento das terras com sistemas agroflorestais; meliponicultura e restauração florestal.

<< VOLTAR