Pessoas Únicas e Suas Histórias – Fibria
Comunicação

Pessoas Únicas e Suas Histórias

Conheça a história de pessoas que fazem acontecer e batalham por uma sociedade mais justa e positiva. A série especial #PessoasÚnicaseSuasHistórias é contada por meio de vídeos divulgados em nossas páginas no Facebook, Linkedin e Youtube, e depoimentos emocionantes. Confira:

 

Adauto Gusmão de Lima (Três Lagoas, MS)

22 anos – tesoureiro da Casa de Cultura de Três Lagoas (MS), professor de pintura, integrante da orquestra da cidade e estudante de Artes Plásticas

“Quando eu era mais novo, tinha uma doença grave, e os médicos chegaram a me dar poucos anos de vida. Felizmente, consegui um bom tratamento e nunca mais tive crises. Enquanto eu estava no processo de diagnóstico e recuperação, vi que precisava me distrair.

Foi quando passei a frequentar a Casa de Cultura, uma ONG que desenvolve vários trabalhos visuais e musicais para a comunidade de Três Lagoas (MS), onde moro, com o apoio de empresas como a Fibria.

Comecei com a oficina de pintura. Nem sabia que tinha esse talento. Depois, passei para as aulas de violoncelo. Sou de uma família simples, de cinco irmãos e pais separados, jamais imaginei que pudesse ter afinidade com arte e música. Hoje, estou com 22 anos e, quatro anos atrás, fui convidado para me tornar monitor de pintura da ONG. Em pouco tempo, já passei a ser professor.

Com a dona Nilva Barrozo, coordenadora de projetos sociais e presidente da Casa de Cultura, aprendi uma técnica de pintura na celulose. Não é fácil usar esse material em arte, mas ela criou um método certeiro, com tinta óleo, que agora é uma das minhas especialidades.

Acho que as empresas ajudam a sociedade com iniciativas que transformam a vida das pessoas. Se eu não tivesse começado a participar das oficinas na ONG, não sei o que seria de mim, eu não tinha nenhuma perspectiva… Mas, depois, passei a olhar para a minha vida de outra maneira e entendi que posso alcançar o que eu quiser. Hoje, participo da orquestra de cordas de Três Lagoas, dou aulas particulares de pintura e, no ano que vem, eu me formo em Artes Plásticas.

Para mim, a arte transforma a vida das pessoas, e o meu sonho, daqui para a frente, é ver a Casa de Cultura crescer ajudar ainda mais pessoas como fez comigo. Quero continuar junto, retribuindo tudo o que recebi, com muito carinho.”

Gustavo Mota da Silva (Jacareí, SP)

23 anos – auxiliar de pesquisa no laboratório de micropropagação do departamento de Biotecnologia no Centro de Tecnologia da Fibria

“Quando eu passava em frente à unidade da Fibria em Jacareí, cidade onde moro, dizia: ‘quero trabalhar nesta empresona, deve ser muito legal’. Era o meu sonho. Aí, comecei a procurar vagas no site da empresa, até que um dia abriu uma seleção na minha área. Fiquei superfeliz e pensei: essa vaga vai ser minha! Eu me preparei e procurei ousar em todas as fases. O resultado? Passei!

No fim de 2018, já faço três anos de casa. Trabalho no Centro de Tecnologia da Fibria, com produção de mudas de eucalipto. Aqui, descobri que a empresa organiza ações voluntárias com seus colaboradores. No ano passado, participei do Desafio Voluntário, que é realizado em parceria com o Instituto Votorantim. Foram montados grupos para ajudar instituições assistenciais no Vale do Paraíba.

Meu grupo escolheu uma entidade que fica em São José dos Campos e atende crianças e adolescentes. Ela precisava de alguns reparos na estrutura e de uma nova sala. Nós metemos a mão na massa, conseguimos doações de materiais de construção e organizamos mutirões nos fins de semana, com o apoio da comunidade. Fizemos até uma hortinha para a meninada. Mas nosso trabalho não acabou aí, continuamos acompanhando a instituição. Ela se tornou nossa responsabilidade.

Uma vez me disseram que não adianta nada sermos bons profissionais se não somos boas pessoas. E isso ficou na minha cabeça. Todos os dias, quando acordo, penso: o que posso fazer hoje para ajudar o próximo?

Admiro quando a empresa consegue passar para os colaboradores a importância da questão social, até porque a responsabilidade é conjunta. Meus pais sempre me ensinaram que a gente tem que ajudar o próximo. O meu esforço é, sempre, me tornar uma pessoa melhor. Esse é o meu caminho.”

Alba Batista Nascimento (São Mateus, ES)

45 anos – presidente da Associação Quilombola Dilô Barbosa e coordenadora estadual quilombola

“Da minha família, sou a terceira geração de quilombolas que vive aqui na comunidade de Dilô Barbosa. Meus pais tiveram oito filhos, e eu, três. Só um irmão mora fora daqui. Sou casada, tenho 45 anos e uma história de luta.

Como todo quilombola, nossa subsistência é baseada na agricultura. Somos pessoas simples, e muitos moradores têm casinhas construídas com tapumes. Mas vamos vivendo do jeito que dá. Meu esforço, no dia a dia, é batalhar por ações que tragam melhores condições de vida para todos nós.

Há seis anos, fomos uma das primeiras comunidades a participar do Programa de Desenvolvimento Territorial Rural da Fibria, da Unidade Aracruz, no Espírito Santo. É uma iniciativa muito boa, porque nos ajuda a ter estrutura para plantar e, assim, viver com mais dignidade. Muitos quilombolas, inclusive, sonhavam em ter um pedacinho de terra para plantar, e a empresa tornou isso realidade, nos dando todo o apoio necessário.

A gente recebe sementes, adubos, capacitação e orientação técnica para manter a plantação sempre com bastante variedade. Também temos apoio logístico, porque o transporte aqui na comunidade é difícil. Acho muito importante quando a gente arranja parceiros em nossa caminhada. É sempre uma vitória, e a gente percebe que não está sozinho. Dá um ânimo, sabe? Até porque a batalha dos quilombolas não é fácil.

O que mais me motiva e me mantém viva é acordar todos os dias com saúde e ver que tenho forças para continuar lutando pelo nosso povo. A gente não pode desistir nunca.”

Foto: Araquém Alcântara

Edna Ferreira dos Reis (São Mateus, ES)

48 anos – vice-tesoureira da Associação de Pequenos e Médios Produtores de São Geraldo

“O que a gente quer é mesa farta, filhos sorrindo e uma vida digna. Há quatro anos posso dizer que tenho tudo isso. No meu hectare de terra tem mandioca, feijão, quiabo, abóbora, laranja, limão, banana. Tem até urucum, que transformado em pó vira corante, sabe? O coloral. Ele serve pra dar uma corzinha na carne, no macarrão… É bom deixar a comida com cor, né?

A nossa produção mudou muito quando a Fibria chegou em Aracruz, próximo aqui da comunidade de São Geraldo, no Espírito Santo. Antes, a gente plantava com dificuldade entre os pés de eucalipto e não tinha tanta diversidade, era basicamente feijão, mandioca e milho. Aí, os técnicos da empresa passaram a nos ajudar, a ensinar como plantar, fazer adubo e cuidar da terra. Aprendi a fazer cobertura para as árvores e vi o quanto isso é importante, porque como não temos irrigação, precisamos estocar a água da chuva. A gente não pode deixar a plantação morrer, né? Ave-Maria!

E nesses quatro anos, uma vez por semana, o técnico passa aqui pra ver se a gente aprendeu tudo certinho, nos orienta como melhorar cada vez mais a produção e vê se a gente está precisando de alguma coisa… A gente virou todo mundo amigo, uma família só. E eu estou muito feliz. Toda quarta-feira estou lá na Fibria, na feirinha de produtores locais, com minhas frutas e legumes bem fresquinhos pro pessoal que trabalha lá comprar.  Eles gostam. E eu também.

Sou casada, tenho três filhos, o meu mais velho, o Fernando, mora em outra cidade. O Fábio, que é filho do meio, está comigo e com o meu marido no dia a dia, ajudando na roça. Já a minha mais nova, a Suellen, ainda é criança, então só estuda. Tudo isso que está acontecendo é o melhor que já tive na vida até hoje.”

Foto: Araquém Alcântara

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