Com apoio da Fibria, exposição fotográfica ressalta importância histórica e social de um cemitério

Mostra inédita reúne imagens do cemitério Campo da Saudade, construído em 1871 em Jacareí (SP)
TRAVESSIA_Exposicao_Fibria (3)Jacareí, 22 de setembro de 2017 – A Fibria, empresa brasileira líder mundial na produção de celulose de eucalipto a partir de florestas plantadas, recebe até o dia 25 de setembro, no seu Núcleo de Educação Ambiental (NEA), em Jacareí (SP), a exposição fotográfica “Lacuna: narrativas do silêncio”.
Viabilizada por meio da Lei de Incentivo à Cultura (LIC), a mostra é resultado do projeto Travessia, que tem o objetivo de ressaltar a importância histórica e social de determinada necrópole (cemitério antigo) no processo de desenvolvimento de um município. A exposição propõe a construção de narrativas e análises a partir de imagens do Cemitério Campo da Saudade, construído em 1871, em Jacareí.
“A Fotografia é uma linguagem narrativa e discursiva. Com isso, queremos provocar o debate sobre a cidade por meio do resgate memorialístico da necrópole, proporcionando uma leitura crítica sobre a história cultural e social do município, além de valorizar a importância da fotografia como fonte de pesquisas e de registro histórico”, explica o fotógrafo Miguel Ramos.
Vale ressaltar que, antes de reunir as fotos para a exposição, Carol Lacerda e Miguel Ramos, responsáveis pelo projeto, organizaram palestras em espaços públicos da cidade com a temática “Fotografia como narrativa social”. O intuito dessas intervenções preliminares foi despertar na comunidade o senso crítico gerado pela análise de imagens fotográficas e criar uma expectativa em relação à exposição.
Serviço
A exposição fotográfica “Lacuna: narrativas do silêncio” tem entrada gratuita e ficará aberta ao público até o dia 25 de setembro, das 8h às 17h, no Núcleo de Educação Ambiental (NEA) da Fibria, localizado na rua Projetada, nº 75, distrito de São Silvestre (região oeste), em Jacareí (SP).
Sobre a LIC
A cidade de Jacareí deu início à utilização da lei em 2002. Em 2005, a Fibria se tornou incentivadora dos projetos culturais e, atualmente, a empresa já beneficiou 36 projetos ao longo dos anos. A Fundação Cultural Jacarehy registrou até 2014 a realização de 115 projetos, dos quais 27% receberam apoio da Fibria.